sábado, 24 de maio de 2008

Chernobyl...






O acidente da nuclear de Chernobyl aconteceu em 1986, iniciando-se em abril do referido ano. Este acidente foi um acidente nuclear de incomensurável dimensão, gerando conseqüências irreparáveis, resultando, primeiramente, na retirada de aproximadamente 120 mil indivíduos de uma região correspondente a uma zona de trinta quilômetros ao redor da usina.Chernobyl localiza-se na região nordeste da Ucrânia, aproximadamente a 90 quilômetros ao norte de Kiev. Quando ocorreu o acidente, uma zona de 30 quilômetros que cerca a usina foi evacuada permanentemente, embora os reatores não danificados ainda estivessem em funcionamento. Esta zona evacuada compreendeu diversos vilarejos e incluiu a cidade de Pripyat, construída com a finalidade de ser a moradia dos trabalhadores da usina e suas famílias. Muitos indivíduos que foram obrigados a deixar Pripyat, se mudaram para Kiev, fazendo desta, sua moradia provisória que, com o decorrer dos anos, tornou-se a moradia definitiva destas pessoas.Os impactos secundários do acidente radioativo incluíram: evacuação desordenada da região; aumento pronunciado do número de abortos; dificuldade na obtenção de documentos que permitissem a retirada dos indivíduos que viviam nas cidades próximas à usina e nas cidades vizinhas (área de contaminação radioativa) e a sua aceitação em outras regiões; conflitos entre as pessoas acerca dos subsídios do governo e dos alojamentos; discriminação dos indivíduos, sendo disseminado o sentimento de medo, denominado de "radiofobia" (medo da radiação); por fim, os cuidados médicos prestados à população eram insuficientes e inadequados. Assim como outros desastres tóxicos e radiativos, o acidente em Chernobyl proporcionou a criação de uma subpopulação que vive ameaçada, seja por doenças ou discriminação. Uma das conseqüências estabelecidas pelo acidente da usina nuclear foi o aumento progressivo dos casos de câncer da glândula tireóide em indivíduos jovens, particularmente em crianças, desde as que ainda estavam intra-útero até dois anos de idade, na época do acidente.

Mania de acumular lixo pode ser sinal de Síndrome de Diógenes.

O acumular de montanhas de lixo ou objectos inúteis em casa a pensar na sua eventual utilidade futura pode parecer muito estranho, mas é sintoma de uma doença que afecta principalmente idosos que vivem sozinhos e em situação de miséria.Baptizada com o nome do filósofo grego do século IV a.C. Diógenes de Sinope, que vivia como um mendigo e dormia num barril, o Síndrome de Diógenes caracteriza-se pela acumulação de objectos sem valor, isolamento social, falta de pudor e de cuidados com a higiene pessoal e recusa em receber ajuda."Apesar da doença também poder afectar pessoas mais novas, a maior parte são idosos que vivem uma vida quase de eremita", disse à agência Lusa o director do serviço de psiquiatria do Hospital do Espírito Santo, em Évora, José Palma Góis, que tem acompanhado alguns casos.À memória vêm-lhe dois casos. Um de uma senhora septuagenária "muito excêntrica", que vivia sozinha numa casa "cheia de lixo" que recolhia dos contentores e outro de uma mulher na casa dos 50 anos que começou a fazer colecção de objectos inúteis desde os 20 anos.Palma Góis contou que a mulher mais nova fazia acumulação de lixo por "montinhos", como de roupa e sapatos, de acordo com as suas próprias regras. Mas com o passar dos anos, a doença foi piorando e actualmente já não organizava o lixo e a casa transformou-se numa verdadeira lixeira.A vida desta mulher é partilhada com um companheiro, alcoólico, que "por contágio aceitou este tipo de vida", sublinhou. Ambos os casos chegaram ao hospital através dos serviços sociais, que foram alertados pela vizinhança devido ao mau cheiro que as casas tinham e do comportamento bizarro.Segundo Palma Góis, estas pessoas vivem numa situação de miséria material muito marcada e chegam a apresentar várias patologias, desde eczemas e infecções na pele causados por parasitas e sujidade, até anemias devido à negligência da alimentação e higiene.Palma Góis explicou que o Síndrome de Diógenes não nasce com a pessoa, mas pode haver traços de personalidade que predispõem para a doença que pode surgir com a morte de um familiar, dificuldades económicas, conflitos ou pela reforma antecipada. Embora a maioria dos casos seja em idosos, há pessoas mais novas que podem desenvolver a doença.

Controlo das pragas



Definem-se como pragas urbanas as que afectam os núcleos urbanos perturbando as actividades que ali se desenvolvem, o meio envolvente, podendo contribuir para a transmissão de doenças infecto-contagiosas, danificando ou perturbando o habitat e o bem-estar humano. O controlo das pragas urbanas tem como finalidade a protecção da saúde e do bem-estar das populações e do património. O Departamento de Higiene Urbana e Resíduos Sólidos, através da sua Divisão de Higiene e Controlo Sanitário, executa Controlo Integrado de Pragas Urbanas, que é uma alternativa mais moderna, tecnicamente mais adequada e ecologicamente mais correcta e segura para a obtenção do controle de pragas urbanas.Esta tarefa implica o envolvimento de todos por forma a manter o ambiente livre de pragas e a população mais saudável, consistindo em:
Controlar e eliminar as populações de pragas que infestam as áreas abrangidas pelo sistema;
Prevenir a presença de pragas ocasionais;
Minimizar os riscos para a saúde humana e para o ambiente;
Minimizar a formação de populações de pragas resistentes;
Reduzir a necessidade de biocidas (químicos);
Minimizar a formação de resíduo químico;
Abordar preventivamente a questão de pragas;
Envolver toda a população na prevenção das pragas, fomentando hábitos saudáveis de vivência na Cidade.
São efectuadas acções diárias, previamente calendarizadas, de controlo da população de ratos e baratas, quer na rede de esgotos, quer à superfície, bem como o controlo sazonal de outras pragas e outras espécies nocivas na via e espaços públicos. Podem também ser efectuadas, no espaço público ou no património municipal, intervenções pontuais a pedido dos Serviços ou dos munícipes (
Pedido de desinfestação).São também efectuadas intervenções em fogos onde se verificam situações de insalubridade, a pedido das Autoridades de Saúde, Juntas de Freguesia ou outras organizações da comunidade.

Aula pratica 19/o5/o8

Hoje 4 colegas de truma apresentaram os seus trabalhos a turma.

sábado, 17 de maio de 2008

Aula pratica 13/05/08




Hoje colegas meus apresentaram os seus trabalhos.

E na segunda parte tivenos oportunidade de ir visitar a feira da ciencia.

sábado, 10 de maio de 2008

Aula pratica 06/05/08

Hoje tivenos a acabar os relatorios efectuados. E no resto da aula aproveita nos para estudar.

Aula´pratica 29/04/08


Nesta actividade pratica observanos um planta (feto de java), onde tivenos que indentificar varios aspectos da planta.

sábado, 26 de abril de 2008

Aula pratica 22/04/08

Nesta actividade pratica finalizanos todos os relatorios em atraso.

domingo, 20 de abril de 2008

Aditivos

O que são?

Aditivo alimentar é toda a substância, que tendo ou não valor nutritivo, não é naturalmente um género alimentício ou ingrediente característico dele.
Um género alimentício é toda a substância usada como alimento ou bebida humana, exceptuando os medicamentos, bem como todas as substâncias utilizadas na preparação ou composição dos alimentos humanos, sem exclusão dos simples condimentos.
Estão actualmente em uso cerca de 3500 aditivos. Os aditivos para alimentos devem ser aprovados antes de poderem ser utilizados na produção de alimentos. Assim qualquer aditivo aprovado pela união europeia começa pela letra E e é constituído por mais 3 dígitos.


Que tipos de aditivos existem?


Consoante os aditivos são produzidos artificialmente pelo Homem, ou já existem naturalmente na Natureza, dividem-se em artificiais ou sintéticos e naturais, como por exemplo o ácido ascórbico (Vitamina C).
Podemos ainda dividir os aditivos segundo a sua natureza química e assim temos:

· Antioxidantes
· Ácidos orgânicos e sais deles derivados
· Açúcares
· Álcoois
· Sais inorgânicos
· Gases esterilizantes

No entanto, a divisão mais significativa é feita com base nas finalidades de cada
aditivo. Apresentam-se de seguida os diferentes grupos.

1 - ACIDULANTES (H)Comunicam ou intensificam o gosto ou sabor ácido aos alimentos processados.
2 - ANTIOXIDANTES (A)São substâncias que retardam o aparecimento de alterações oxidativas nos alimentos, impedindo a interação com o oxigênio.
3 - AROMATIZANTES E FLAVORIZANTES (F)São substâncias ou mistura de substâncias possuidoras de propriedades odorÍferas ou sápidas capazes de conferir o intensificar o aroma e ou sabor dos alimentos. São classificadas ainda em: aromas naturais; aromas natural reforçado; aromas reconstituído, aromas imitação e aromas artificiais.
4 - CONSERVADOR (P)São substâncias que possibilitam ou retardam a deterioração microorgânica ou enzimática nos alimentos, ou sejam, evitam processo de fermentação, acidificação e evidência de putrefação nos alimentos.
5 - CORANTES (C)São aquelas que conferem ou intensificam a cor dos alimentos. São ainda classificados em: corantes orgânico natural e corantes orgânico sintético artificial.
6 - EDULCORANTES (D)São substâncias orgânicas artificiais não glicidicas capazes de conferir sabor doce aos alimentos, sendo também utilizados em produtos dietéticos.
7 - ESTABILIZANTES (ET)Substâncias que favorecem e mantém as características físicas das emulsões e suspensões. Promovem uma interação homogênea de ingredientes como óleo e água, aumentam a viscosidade dos ingredientes e evitam a formação de cristais.
8 - ESPESSANTES (EP)São substâncias capazes de aumentar a viscosidade de soluções, emulsões e suspensões, melhorando a textura e a consistência dos alimentos processados.
9 - UMECTANTES (U)Substâncias capazes de evitar a perda de água ou umidade nos alimentos pois, possuem propriedades hidroscópicas.
10 - ANTIUMECTANTES (AU)Substâncias capazes de reduzir as capacidades hidroscópicas dos alimentos. Impedem que as partículas se agrupem quanto em contato com a água.
11 - ESPUMÍFEROSSão substâncias que influem na tensão superficial dos alimentos interferindo na produção de espumas com o propósito de gerar espuma estável.
12 - ANTIESPUMÍFEROSSão substâncias que modificam a tensão superficial dos alimentos. Evitam a formação de espuma em alimentos durante o seu processamento.
13 - CLARIFICANTESSão substâncias que retiram a turbidez dos alimentos.


Aula pratica 15/04/08



Nesta actividade pratica vinos os factores condicionantes. Onde utilizanos 6 tubos de ensaio.Aos 6 tudos adiciona nos água oxiginada. No 2 tubo adiciona nos um pouco de figado fresco previamente esmagado. No 3 tubo adicinou s um pouco de figado cozido, no 4 adiciona nos um pouco de figado congelado. Introduzinos um palito incandescente aos tubos 1, 2 , 3 ,4. Depois coloca nos o tubo 3 e 4 em banho maria durante 10 minutos, depois introduzi nos um palito com a ponta incandescente. No tubo 5 deita nos 4 gotas de HCL e adicionanos figado fresco. No tubo 6 deita nos 4 gotas NaHO e um pouco de figado fresco e utiliza nos novamente um palito incandescente.

sábado, 12 de abril de 2008

Aula pratica 08/04/08

















Nesta actividade pratica fizenos a produçao de alimentos com recurso a microrganismo - pão.

Começa nos por activar o fermento de padeiro juntando um pouco de água morna e duas colheres farinha . deixando repousar. deita nos farinha num recipiente e junta nos sal fazendo um buraco no centro e ai colocar o fermento, agora amassa nos bem enquanto junta nos agua e amassa nos ate não ficar colado as mão.Deixa nos repousar serca de 15 minutos depois molda nos a massa de forma desejada para colocar no forno durante 45 munitos mais ou mensos. E por fim come nos os pães com um ppouco de manteiga onde todos nos aprovou os pães.




sábado, 5 de abril de 2008

Aula pratica 01/04/08






Hoje escolhe nos 3 alimentos(pimenta , repolho, alho) para a nossa actividade pratica.
Começa nos por partir os alimentos aos pedaços e colocando camadas alternativas desses alimentos e polvilhar com sal e pressionando Cada camda até a garrafa ficar cheias.
Deixando a pressao durante uma hora com uma caixa de petri.
Depois fizenos acontrolação do medidor de ph com soluções de calibração do medidor com o ph 7 e ph 10,0 . Onde de segida coloca nos o medidor de ph na garrafa e obetenos um ph de 5,31. Agora vamos registando ao longo dos dias..

sexta-feira, 21 de março de 2008

Aula pratica 11/03/2008

hoje realiza nos o relatorio sober preparações definitivas do sistema imunitário como o corte histológia de medula óssea vermelha , corte histológico de timo, esfregaço de sangue humano(leucócitos), corte histológico de nódulo infático e corte histológico de amígdala.

sábado, 8 de março de 2008

Aula pratica 4/03/08





Hoje observa nos preparações definitivas do sistema imunitário como o corte histológia de medula óssea vermelha , corte histológico de timo, esfregaço de sangue humano(leucócitos), corte histológico de nódulo infático e corte histológico de amígdala. E desenha nos todas as prep. definitivas.

domingo, 2 de março de 2008

Um paraíso para qualquer cão...


Uma nova paixão está a tomar conta da sociedade japonesa: os cães. Só no ano de 2004, os japoneses compraram cerca de um milhão e meio de cães. E, como é natural houve um "boom" em tudo o que se relaciona com o comércio canino.Este documentário dá-nos uma ideia de como esta nova afeição por cães no Japão está a conduzir a novas e surpreendentes indústrias.Por exemplo em Tóquio surgem indústrias de alimentos para cães oferecendo inúmeras e óptimas refeições, hotéis de luxo e centros de relaxe que proporcionam aos cães e aos seus donos salões de massagens e "jacuzzi". Um deles chega a ter até uma capela para casamentos completa, com trajes de casamento e até um padre xintoísta!...A moda para cães é outra das crescentes indústrias e o número de estilistas é cada vez maior. Visitamos também um salão de cabeleireiro que faz penteados para cães e para os respectivos donos.Este mercado para cães inclui agências funerárias para cães, abertas 24 horas. Os veterinários também já praticam a tradicional acumpuntura chinesa para curar a sua clientela canina...Um "mercado para cães " que faz do Japão um paraíso para todos os nossos amigos caninos!

sábado, 1 de março de 2008

Aula pratica 26/02/08


Hoje tive nos oprotunidade de simular um teste de parternidade.
http://biotecnologia-na-escola.up.pt/teste_paternidade/teste.HTM

E no final da aula alguns dos meus colegas apresentaram o seu bolg para a turma.

domingo, 24 de fevereiro de 2008

DNA Fingerprint.


No genoma humano existem sequências de DNA repetitivas que são reconhecidas e cortadas por determinadas enzimas de restrição. Estas enzimas dividem o DNA em fragmentos cujas dimensões e composição em nucleótidos variam de pessoa para pessoa e reflectem as diferenças entre os alelos dos vários loci.
Diferentes fragmentos de DNA movimentam-se de modo diferente quando submetidos a electroforese (técnica em que determinadas moléculas são sujeitas à acção de um campo eléctrico num meio poroso) e o resultado é um padrão de bandas que difere de indivíduo para indivíduo.


Aplicações do DNA fingerprint:


Investigação criminal, forense e histórica – a técnica permite partir de material biológico deixado num local (cabelo, sangue, esperma...) e compará-lo com o dos suspeitos; permite a identificação de cadáveres.
Determinação de paternidade – a comparação das impressões digitais genéticas dos progenitores e do descendente permite excluir a paternidade ou confirmá-la com um elevado grau de certeza

PCR


A PCR (Reacção de Polimerização em Cadeia) é uma metodologia que se baseia na amplificação exponencial selectiva de uma quantidade reduzida de DNA de uma única célula. Esta técnica revolucionou o mundo científico e as suas aplicações são imensas: é usada no diagnóstico médico, mapeamento genético, detecção de doenças hereditárias, clonagem de genes, testes de paternidade, identificação de “impressões digitais” genéticas.
O objectivo da PCR é produzir uma quantidade apreciável de um segmento específico de DNA a partir de uma quantidade mínima. O DNA molde sofre uma amplificação controlada por enzimas, obtendo-se milhões de cópias do fragmento de DNA de interesse. O molde pode ser qualquer forma de DNA de cadeia dupla, como o DNA genómico: pode usar-se uma gota de sangue, um fio de cabelo, uma célula do epitélio oral, um blastómero…

DNA complementar.

DNA complementar (cDNA)
· Molécula de DNA obtida a partir da
transcrição reversa de moléculas de
RNA mensageiro (RNAm) funcional.

Processo para obtenção de
cDNA
1. Isola-se uma molécula de
RNAm funcional, ou seja, uma
molécula de RNA constituída
apenas por exões, das células;
2. Adiciona-se a enzima
transcriptase reversa e
nucleótidos livres. A enzima
catalisa a formação da cadeia
simples de DNA a partir do
RNAm;
3. No final, junta-se uma
enzima que degrada o RNAm e
promove-se a replicação do
DNA.

Depois do RNAm ser transformado
em cDNA, o cDNA é clonado por
vectores apropriados, como os
plasmídeos e os vírus gerando uma
colecção de genes expressos.

sábado, 23 de fevereiro de 2008

Bactérias.


As bactérias são microrganismos unicelulares, com uma estrutura muito elementar. Abundantes no ar, no solo e na água, a maior parte das bactérias é inócua para o homem, tanto que algumas espécies estão normalmente presentes na pele e no interior do intestino, sem causarem doença. Pelo contrário, em especial as bactérias do intestino, são úteis, na medida em que produzem algumas vitaminas e, com a sua presença, protegem o organismo da invasão de bactérias nocivas ou patogénicas. As bactérias patogénicas são responsáveis pela maior parte das doenças infecciosas que nos afectam.

O que ainda não se conseguiu estabelecer com segurança é a razão pela qual certos indivíduos adoecem, enquanto que outros permanecem saudáveis, tendo estado expostos às mesmas fontes de infecção. As bactérias produzem toxinas prejudiciais às células humanas. A doença surge quando estas toxinas estão presentes em quantidade suficiente e o indivíduo afectado não está imunizado. Entre as muitas doenças provocadas por bactérias incluem-se a pneumonia, a amigdalite, a meningite, a tuberculose, o tétano e a disenteria.